quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Uma mensagem para o 2008 de quem nos visita

Bons filhos conhecem o prefácio da história de seus pais Filhos brilhantes vão muito mais longe, conhecem os capítulos mais importantes das suas vidas.
Bons jovens se preparam para o sucesso. Jovens brilhantes se preparam para as derrotas. Eles sabem que a vida é um contrato de risco e que não há caminhos sem acidentes.
Bons jóvens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar.
Bons alunos escondem certas intenções, mas alunos fascinantes são transparentes. Eles sabem que quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. Não querem, como alguns políticos, o sucesso a qualquer preço. Só querem o sucesso conquistado com suor, inteligência e transparência. Pois sabem que é melhor a verdade que dói do que a mentira que produz falso alívio. A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe mas no quanto ele tem consciência que não sabe.
O destino não é frequentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha, escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos.
Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão. Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar pelo menos na Lua. Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos altos montes. Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações. Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.
Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora.
Procurem um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura! Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.

(Texto Augusto Cury)

E façam o favor de ser felizes ;-)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Filhos, não obrigada! 16 razões para não cair em tentação :-)

1- Parto, uma tortura
"O parto é doloroso e mesmo com a epidural está longe de ser um acto de prazer" Corinne Maier

2- Biberão ambulante
A amamentação está na moda mas é um acto muito doloroso

3- Fim do divertimento
Depois de ter um filho vai passar a viver ao ritmo das crianças, estará dependente do calendário escolar e da disponibilidade da avó

4- Rotina, instala-se
Levantar todos os dias à mesma hora, ir levá-las à escola, ir a correr para o trabalho e repetir tudo isto no dia seguinte, é uma tarefa cansativa

5- Amigos fogem
Quando alguém se apaixona consegue falar horas e horas sobre as qualidades da pessoa que ama, o mesmo sucede depois de ser mãe

6- Fim do erotismo
Imagina o filme Nove Semanas e Meia com um filho no quarto ao lado?A temperatura desce rapidamente para os nove graus e meio

7- Apenas mãe
Depois do nascimento de um filho, as mulheres passam a ser vistas apenas como mães e não como mulheres

8- Aliado do capitalismo
Para ser um pai ou mãe dignos desse nome, tem que consumir forçosamente

9- Crueldade infantil
O seu filho é como o seu cão, se fosse duas ou três vezes maior, seria um animal feroz - o seu pior inimigo

10- Produtos de luxo
Ter um filho é mais caro do que comprar uma viatura de luxo ou fazer um cruzeiro à volta do mundo

11- Ocupá-los, uma dor de cabeça
Se no passado as crianças brincavam na rua, hoje são poucas as que têm esse privilégio

12- Datas castigo
As férias e o Natal são dois aborrecimentos gigantes dos quais os pais não podem fugir

13- Sofrer desilusões
O seu filho vai desiludi-la forçosamente

14- Abandonar os sonhos
"Não posso deixar o emprego que odeio por causa dos meus filhos"

15- Mãe ou profissional
Ser mãe significa perder dinheiro e oportunidades

16- Crianças sem futuro
Sacrificar amigos, carreira, harmonia conjugal para gerar futuros perdedores, desempregados ou trabalhadores precários?

in Happy Woman

Catarina

domingo, 2 de dezembro de 2007

Bem vinda

A partir de hoje este blogue será partilhado com a minha amiga Catarina a quem "alojei" :-) , não sei se temporariamente.

Catarina, sem tempos nem pressas, a casa também é tua. Um grande beijinho, flores (muitas) e desejo de grandes vôos para ti

abelhinha

sábado, 17 de novembro de 2007

Era uma vez um rapaz

Hoje voltei até aqui entre dualidades, confusão e transtornos e parece mesmo que já nem te conheço. Agradeço a quem não devo, culpo quem é inocente. Faço tudo ao contrário. Brinco com o meu "eu" e desafio o meu "mim". E mais uma vez não consigo escolher, e olho para trás infinitas vezes. E quero, e desejo, e sinto falta, sinto muita falta, e mais do que tudo tenho necessidade, muita necessidade de segredar em gritos o que sou, o que fui e o que faço e exibir os meus troféus. Perco todas as discrições e a timidez (que tu tanto aprecias ) e revelo-me meio-rapaz/meio-homem usando as minhas estratégias, as minhas velhas estratégias.
Deixo saltar a culpa, desdobro-me em agradecimentos que se perdem nos passos e despejo quase meio do meu passado. Como gostava que me entendesses... e como gostava de vestir a tua pele nem que fosse só por um dia, para nos compreedermos, para chegarmos a um entendimento, para que pudesse dar-te o meu relógio. Como gostava de te dar da minha energia para quebrarmos este gelo, mas essa eu também não sei por onde anda.
Vivemos dias diferentes em meses diferentes e eu só quero que me digas o que pensas, que me digas que as minhas vitórias também são as tuas, que festejes comigo esta alegria, enfim... que abras o teu casulo, nem que seja para me contares histórias...e eu escrever, quando me calar.

'Era uma vez um rapaz que era dois. Um deles nunca tinha lembranças do outro, e o que é mais, um nunca tinha influência na vida do outro; cada um era o que era por separado e assim, com uma assombrosa pontualidade, a pontualidade com que os astros marcam o solstício, dava-se a estranha metamorfose. Na primavera, e mais ainda no verão, poderia garantir-se que este rapaz era o sol; mas no Outono, e mais ainda no Inverno, este rapaz era indubitavelmente a lua: a sua pele ficava pálida e os seus cabelos transformavam-se em arame, com calas brancas e outras grisalhas. E o rapaz andava sempre muito triste no Inverno, ao contrário do que sucedia no verão: a sua pele era morena, e o seu cabelo liso, e o próprio riso fazia-o despertar de manhã bem cedo.

A sua mãe preocupava-se muito com o fenómeno das mudanças; correu com ele um sem-fim de especialistas, que lhe faziam toda uma panóplia de exames e análises, e mandaram que engolisse milhares de comprimidos; de manhã, à tarde e à noite; só que os especialistas do Verão nunca concordaram com os médicos do Inverno; e os especialistas da transição só diziam coisas sem nexo, antes de concluírem agora, minha senhora, é preciso esperar para ver.

Até que um dia o rapaz que era dois desapareceu: passando numa rua habitual, sentiu duas mãos agarrá-lo para junto de uma pared
e branca. O mais estranho é que não eram só aquelas duas mãos que o agarravam; era também quem ia atrás daquelas mãos, alguém que afinal tinha muito mais do que duas mãos, tinha duas vontades. E de um momento para o outro, quando estava todo encostado à parede, à sua volta tinha crescido um estranho casulo.

A seu lado lá dentro, estava uma rapariga que era meio flor, meio lobo; queria florir na primavera e queria ser um lobo no inverno; queria ser verde e respirada pelos outros, e queria poder uivar nos promontórios; e não importava que o vento gélido retumbasse as folhas amarelas, nem a tristeza íntima de tudo.
Ele nunca mais voltou a sair daquele casulo, e ela também não; ficaram encostados a uma parede branca, pela qual passam diariamente milhares de pessoas, no meio delas a mãe do rapaz, cada dia mais triste, e todos os especialistas a caminho do hospital, muito preocupados com outros doentes que também era meio qualquer coisa, meio outra.' E.C.

sábado, 10 de novembro de 2007

domingo, 14 de outubro de 2007

Agora que já todos me descobriram! :-)

Pronto! Já todos sabem que eu sou a abelhinha, que chatice!
Ainda não foi desta que vos consegui "dar a volta" :-)

Ora...papoilas e borboletas já são mais que muitas, tartarugas também já conheço algumas...vou ter que recorrer a outro nome fofinho, qualquer coisa como andorinha ou carochinha, que me dizem? Ou simplesmente florzinha, floribella, que giro! ou chiquitita, se calhar também não seria má ideia, piriquita, canarinha :-) (desculpem mas começaram-mer a ocorrer um sem número de "nomezinhos", vindos do nada, para ocultar a minha identidade). Humm...calimera tb é engraçado e sempre fui grande fã do calimero (estou só a pensar alto).

Ou...ah! Também posso recorrer aqueles compostos do tipo "flor afogada", "lua iluminada", ("abelhinha sem asas" esqueçe-se! ok? senão a minha mãe não pára de gritar ao mundo que eu estou sempre a cair e a levantar-me), "tua para sempre", "pétala de nenúfar" (digam lá que não é lindo?). Ou então em último caso espeto-lhe com um estrangeirismo qualquer, tipo "borrowing me" (tenho que te tirar o chapéu!), "sleepping too mutch", "eyes without green" (este parece-me bem).

Uff! Menos uma preocupação!Opções para endereço já tenho! (se for aceite, é claro) Agora quando quiser criar um blog novo (mais um? dizem vocês ), que isto é como mudar de casa, só tenho que pensar na "decoração", uma imagenzinha ali, uma cores bonitas acolá, mais umas tantas fotos e um novo perfil.

AH! O Perfil, isso é que não! Não tenho paciência, além disso o que interessa saber quais são os meus livros preferidos (estão todos alinhadinhos na estante,meus queridos) as músicas que eu ouço (já comprei caixinhas novas para organizar os últimos cd's por odem alfabética), e quem sou eu (nem eu sei :-)?

Vocês querem é ler umas coisas e uns desabafos bonitos, então se forem declarações de amor, fantástico!
Vocês ( e eu) precisam (os) de ler coisas bonitas, porque este mundo anda muito feio! Palavrinhas mágicas, pinceladas de cor e aguarela (esta já está muito batida mas fica sempre bem ;-)
Palavras de Amor, minha gente, Amor, ensinamentos, pensamentos, seja lá o que for que que nos encha a alma e toque nestes coraçõezinhos que parecem umas conchinhas fora de água, ABRAM-NAS! E TODOS FICAREMOS MELHOR!

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Educação para Adultos

"Que a educação seja o processo através do qual o indivíduo toma a história em suas próprias mãos, a fim de mudar o rumo da mesma. Como? Acreditando no educando, na sua capacidade de aprender, descobrir, criar soluções, desafiar, enfrentar, propor, escolher e assumir as conseqüências de sua escolha. Mas isso não será possível se continuarmos bitolando os alfabetizandos com desenhos pré-formulados para colorir, com textos criados por outros para copiarem, com caminhos pontilhados para seguir, com histórias que alienam, com métodos que não levam em conta a lógica de quem aprende. "

FUCK, 1994